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quarta-feira, 21 de novembro de 2018
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
DO EXISTENCIALISMO PRIMITIVO AO PRINCÍPIO POPEYANO
Do existencialismo primitivo ao princípio popeyano: considerações pseudo-acadêmicas
A genética do existencialismo parece não constar nas
discussões filosóficas hodiernas, razão pela qual retomo aqui alguns conceitos
que me parecem fundamentais para uma compreensão mais bem acurada da fundação
do pensamento contemporâneo. Em um famoso discurso de matizes existencialistas,
proferido em Bredock, ainda em 1960, destaco a frase-conceito “yabba dabba doo”
(Flintstone, 1960). De etimologia
incerta, o termo deveria ser submetido não à arqueologia do saber, mas ao
método arqueológico que admite “Algumas vezes, buscar por tesouros perdidos não
é arqueologia. É corrida contra o mal.” (JONES, 1986).
Não é de todo inverossímil pensar nas elucubrações a
respeito do “yabba dabba doo”, grito de alforria contra uma sociedade
conservadora. Aliás, aliada a essa expressão, nos deparamos com outra de teor
igualmente libertário, que remonta a um período posterior: “Capitão Caveeerna”
(CAVERNA, 1977). Em ambas se depreende uma ontologia da rusticidade, e é forçoso
evocar a noção do ser em estado bruto, ou cheio de astúcia, para empregar um
termo caro a Chapolin (1970).
Todavia, o “elo”, no dizer de Cebolinha, seria confinar
tais libelos à sua própria época, esquecendo-se de que “yabba dabba doo”
carrega uma compreensão hermenêutica poderosa – e “com grandes poderes, vem
grande responsabilidade” (PARKER, 1962). Aqui me refiro à vitalidade do ethos primitivo como incentivo
libertário, fator primordial para se reaver a vitalidade em tempos nos quais
sói constatar, no dizer de Hard, “oh vida, oh azar” (1962). É preciso também
constatar, parafraseando o último Yoda, que de mais ânimo precisamos nós para
uma consciência nova ter. Talvez seja uma outra maneira para a experiência de
ativar o sétimo sentido (SEYA, 1986).
Somente a legitimação da consciência histórica evitará auto
repressões frequentes (MENUDO, 1984). Não posso olvidar nesse ponto o tema do
ciúme como forma repressiva (ULTRAJE A RIGOR, 1985). Mensurar o preço da
repressão é medida sinus qua non para
um apelo à experiência yabbadabbaduística. Aliás, outro cuidado que é mister é
mensurar a síndrome do “trauma de Marta” (BATMAN, 2016).
Resta um alento para a condição de insuficiência
instigada pelas demandas dessa selva de Pedras (TITÃS, 1989): a busca por um
elixir potencializador. Isso já é adotado por algumas culturas, como o exemplo
de comidas exóticas (NATIONAL KID, 1960). E não se pode escapar do exemplo
clássico legado pela ideologia popeyana – o famigerado espinafre (POPEYE,
1929). Creio que esses artifícios darão suporte a uma existência municiada de “ousadia
e alegria” (NEYMAR, 2010). Enquanto isso, o ser-aí fica por aí mesmo…
segunda-feira, 16 de maio de 2016
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
O PORÃO DOS MANEQUINS
As experiências
da vida trazem contrariedades e contentamento, sublimidade e deslocamento,
alívio e angústia, distúrbios e sobriedade.
Essa coletânea
de contos explora a hipocrisia, o preconceito, o medo de ser feliz e o sentido
da vida. Histórias ora breves, ora mais amplas desvelam um pouco da
espiritualidade no conturbado espaço contemporâneo.
Os contos estão/
estarão disponíveis online, como um work in progress. A coletânea se acha
disponível em: https://www.widbook.com/ebook/o-porao-dos-manequins
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
segunda-feira, 10 de agosto de 2015
TRÊS É (BOM) DEMAIS!
Um comercial de
chocolate perguntava: "e se as coisas boas da vida fossem três?". Às
vezes, são. Estamos com um promoção-relâmpago: 3 exemplares de Explosão Y
por um preço especial. Aproveite! Clique no botão abaixo e garanta agora sua coleção.
segunda-feira, 27 de julho de 2015
MÁSCARA E SUB-MÁSCARA
Reconhecido
como um dos melhores poetas contemporâneos em Língua Portuguesa, Fernando
Pessoa demorou a se adaptar ao idioma materno, devido ao tempo passado na
Inglaterra durante os anos de formação. Os primeiros versos de Pessoa foram
ainda escritos em inglês. Aqui apresento uma tradução de um dos sonetos
escritos pelo luso, o de número 8, bastante conhecido. Aparece em versos
decassílabos e mesmo esquema de rimas.
How many masks wear we, and undermasks,
Upon our countenance of soul, and when,
If for self-sport the soul itself unmasks,
Knows it the last mask off and the face plain?
The true mask feels no inside to the mask
But looks out of the mask by co-masked eyes.
Whatever consciousness begins the task
The task's accepted use to sleepness ties.
Like a child frighted by its mirrored faces,
Our souls, that children are, being thought-losing,
Foist otherness upon their seen grimaces
And get a whole world on their forgot causing;
And, when a thought would unmask our soul's masking,
Itself goes not unmasked to the unmasking.
(trad. Douglas Reis)
Quanta
máscara e sub-máscara para
Sobre
o nosso semblante da alma, e quando
Por
jogo a alma a si mesma desmascara,
Reconhece
o disfarce e o rosto brando?
Nada
a máscara real sob outra sente,
Mas
vê por meio de olhos mascarados.
Assim
que a consciência à obra se apresente,
A
obra aceita traz sonos encadeados.
Qual
teme a criança as faces espelhadas,
Nossa
alma, que é criança e ideia ida,
Põe
diferença em caretas observadas,
Pondo
ao mundo todo em causa perdida.
Se
vem a ideia máscaras tirar
Não
sem máscaras vem desmascarar.
Leia também:
quinta-feira, 25 de junho de 2015
domingo, 24 de maio de 2015
PROMOÇÃO - ADQUIRA EXPLOSÃO Y PELO MENOR PREÇO POSSÍVEL
Lançado em 2013, o livro Explosão Y logo atingiu sua segunda edição, tornando-se um sucesso
de público. Sendo o primeiro trabalho em português sobre adventismo e gerações
emergentes, tornou-se referência obrigatória não só para líderes dispostos a
entender os novos tempos, como também para pesquisadores, sendo citado em trabalhos
acadêmicos no Brasil e exterior.
Agora, é possível adquirir o livro pela internet com o menor preço desde seu
lançamento: por apenas R$ 27,60, mais o preço de frete! Mas essa oferta
especial se estenderá até, no máximo, o fim dessa semana. Corra e aproveite –
leve para casa um livro intrigante, esperançoso e capaz de transformar suas
perspectivas.
[Atualizado em 21/02/2017]
[Atualizado em 21/02/2017]
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Princípios adventistas
domingo, 19 de abril de 2015
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
AUTOR ADVENTISTA LANÇA E-BOOK SOBRE FÉ NO CONTEXTO DIGITAL
O
autor do livro Explosão Y, Pr.
Douglas Reis, lançou esta semana o e-book
Adventismo para uma nova geração – Como viver a fé em um contexto digital.
A
obra discute o impacto das ferramentas digitais na formação cultural e
espiritual do indivíduo cristão que professa a fé Adventista. O autor aponta que uma das consequências
desse contexto é a superficialidade, uma armadilha para quem deseja viver
integralmente o cristianismo. Reis associa o tema à identidade adventista,
atrelada à profecias bíblicas, também encontradas nos livros de Daniel e
Apocalipse.
Ele
explica que sentiu a necessidade de construir uma obra que abordasse, de forma
clara e acessível, temas relevantes para a Igreja no início do século XXI.
“Havia abordado parte do tema no livro
anterior [Explosão Y], que segue uma
linha mais acadêmica e atinge o público universitário. Agora desenvolvi a
discussão da forma mais acessível, tanto quanto os temas permitem”, pontua.
A
escolha por este formato, também foi intencional. Reis justifica que existem
poucos materiais em português exclusivamente digitais produzidos por
adventistas. “Além disso há possibilidade de oferecer um conteúdo importante
por um valor acessível. Neste caso, quatro vezes menos do que se fosse
impresso”, acrescenta.
O
E-book pode ser adquirido por apenas
R$7,60 no link http://dlvr.it/7NLMRG. Ou pelo Amazon: http://bit.ly/1yYfJjk.
O
Pr. Douglas Reis é capelão e professor no Instituto adventista Paranaense
(IAP). Entre livros e materiais de conteúdo cristão publicados, Reis finaliza
sua sexta obra.
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quarta-feira, 18 de junho de 2014
sexta-feira, 30 de maio de 2014
A PROMOÇÃO CONTINUA!
Você já possui esses dois trabalhos que vêm marcando as novas gerações? Adquira agora (clique aqui).
Veja também:
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
CRISTO, NOSSO SALVADOR
(Hans K. LaRondelle, Chris our Savior: What God does for us and us. Pacifc Press Publishing Association, 1980.)
Hans K. LaRondelle foi um dos principais teólogos
da Igreja Adventista. Sua influência perdura mesmo depois de sua morte, há
poucos anos. Bem conhecido por suas obras escatológicas (que tratam do tempo do
fim), ele também produziu materiais voltados para a soteriologia (doutrina da
salvação). Dele é esse pequena joia, intitulada Christ Our Savior.
Aqui o principal tema de LaRondelle é a salvação,
a partir da centralidade da obra de Cristo. Ele defende a tese de a salvação se
desenvolver em três etapas distintas: justificação, santificação e glorificação.
Em sua argumentação, teólogo ressalta que não são nossos esforços humanos que garantem
a reconciliação com Deus, mas a obra de Cristo, tanto em Seu ministério terrestre,
o qual compreende Sua morte vicária, quanto em Seu ministério no santuário
celestial, intercedendo pelos pecadores. Isso somente aconteceu devido ao fato
de que o amor é o que define a natureza divina. Deus, portanto, toma a
iniciativa de alcançar o homem e realizar aquilo que Ele não pode sozinho. Por
isso, segundo LaRondelle, o “evangelho em sua essência não é ‘faça!’, mas ‘feito!’;
não ‘trabalhe!’, mas ‘creia!’” (p. 44).
O livro traz uma impressionante quantidade de
textos bíblicos para reforçar sua argumentação. Evidentemente, pressupõe-se que
o leitor já parta de uma base cristã e queira saber mais sobre a salvação. E a
análise de LaRondelle é, de fato, impecável e bastante fiel em seu tratamento
dos textos. Embora bastante simples, fugindo de termos técnicos, consegue uma
ampla cobertura de temas correlacionados, trabalhando de forma sistemática,
construindo tijolo a tijolo um edifício de grande envergadura. Em acréscimos à
análise bíblica propriamente dita, as obras de Ellen G. White são citadas,
reforçando as conclusões extraídas dos textos bíblicos. Alguns outros poucos autores
evangélicos são citados, sendo o principal George Ladd, em sua magistral obra
Teologia do Novo Testamento, mencionada ao longo de todo o livro.
Por se tratar de uma edição mais antiga, o livro
não preza pela diagramação ou pelo formato. O sistema de notas de rodapé ou
notas finais também dariam um aspecto visual melhor do que as referências inseridas
(de modo bastante abreviado e incompleto) ao longo do texto. Não sei se há uma
edição mais recente desse material, mas seria bom vê-lo com um acabamento mais
apropriado. Tirando as limitações da edição, trata-se de um clássico em versão banzai (para ser justo, devo destacar
que são limitações que levam em conta critérios atuais, os quais não contavam
na época em que o material foi escrito).
O livro está dividido em três partes, as quais
enfocam as etapas da salvação: justificação, santificação, glorificação. Logo
na introdução, o autor parte do pressuposto de que há (e sempre houve, como
parece ainda haver) muita incompreensão sobre o tema da salvação. Principalmente,
quando nos perguntamos sobre o que temos de fazer para ser salvos.
Entretanto, LaRondelle esclarece que o Novo
Testamento (doravante, NT) ensina que a salvação está vinculada, acima de tudo,
a uma pessoa: Jesus Cristo. Embora o pecado seja algo complexo demais para ser
perdoado automaticamente (p. 18), Deus nos reconciliou consigo por meio da
morte substitutiva de Jesus (p. 22). Foi dEle a iniciativa (p. 22-23). Deus
revelou Seu plano por meio do santuário terrestre (p.24), ensinando que a culpa
de todo pecado deveria ser transferida (p. 27). Mas a salvação não estava
completa sem a expiação final. Como diz Paulo em Hebreus (2:17), Jesus ainda
faz expiação por nós, o que significa que Seu ministério no santuário é a
continuação do processo de salvação, o qual não se resume à cruz (p.34).
No segundo capítulo, o enfoque recai sobre
justificação. Há muito de impactante
nesse capítulo: “Seus méritos [de Cristo] não complementam nossos méritos, mas
são nossos únicos méritos diante de
Deus.” (p.43). A justificação ocorre quando aceitamos a Cristo, sem depender de
nossa obediência. Aliás, aproveita-se para se desfazer uma confusão: quando
Paulo não contrasta a lei com o evangelho (como muitos evangélicos supõem), mas
dois modelos de justificação: um pela lei (como muitos judeus de seu tempo) e
outro, pela fé (p. 48). A própria ideia de que o Antigo Testamento (doravante
AT) ensine uma maneira de se salvar diferente do NT é estranha à própria Bíblia.
Afinal, o legalismo não era consequência da religião do AT, mas sua distorção
(p. 49). O próprio serviço do santuário ensinava justificação constantemente
(p. 50).
No terceiro capítulo, a santificação (vida
vitoriosa em Cristo) é mostrada como alvo positivo da salvação (p.61); afinal, “Cristo
não nos redimiu meramente do pecado, Ele
nos redimiu para Deus!” (p. 54). LaRondelle explora de forma mais detida o
texto de Romanos (6:1-11) apontando o significado do batismo, não como morte da
pessoa batizada, mas para que ela receba a morte de Cristo em sua vida (p.62).
O batismo seria o grade argumento de Paulo para defende a vida santificada
(idem). Em alusão a isso, o autor ressalta que a crucifixão não era morte
instantânea; igualmente, crucificar nosso eu não significa que todos os
impulsos naturais sumirão expontaneamente, mas faz parte daqueles que foram
redimidos alcançar essa mortificação diária do eu (Cl 3:1, 3, 5, 9-10; 1 Co
6:19-20), o que faz parte do processo de salvação (p. 63-64). Deus escolheu
Israel para Lhe pertencer e ser santo (p. 69). Há um motivo escatológico para
perseguirmos esse ideal de santidade: os cristãos que não “perseverarem até o
fim” não escaparão do julgamento final (p. 76).
O último capítulo versa sobre glorificação, o
momento quando o processo de salvação se completa na volta de Jesus. Para o apóstolo
Paulo, “o caráter e a vida cristã são essenciais para a futura glorificação.”
(p.81). Em sentido real, nós não apenas esperamos a glória para o futuro, mas já
usufruímos dela aqui mesmo (p. 82). As promessas de Deus não falharão com
aqueles que desde agora vivem em aliança com Ele, procurando manter-se em
santidade pela fé em Cristo, o Salvador (p. 90).
As reflexões de LaRondelle nos fazem meditar
sobre o plano completo e belo que Deus elaborou para nossa salvação. Ao mesmo
tempo, somos incitados a tomar parte ativa da salvação. Por último, vale
destacar que o autor nos mostra que, apesar de a salvação constituir-se um
processo, não precisamos chegar ao fim para descobrir qual será o resultado: a
vitória está assegurado aqueles que respondem ao convite do Salvador pela fé.
Além de ser um material de forte cunho
espiritual, que serve para reforçar a fé e levar a meditar no amor salvador de
Cristo, o livro é um excelente exemplo de que teologia de boa qualidade não
precisa ser inacessível e hermética. Por todos esses fatores, a obra ainda continua
essencial, mesmo passados mais de trinta anos que foi escrita. Altamente recomendável
para todos, desde cristãos recém-conversos, a pessoas que tem uma fé mais
madura.
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REFLEXÃO
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
MEGA PROMOÇÃO DE NATAL

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exemplares
(Obs: as entregas serão feitas a partir
de Fevereiro, devido às minhas merecidas férias)
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
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