terça-feira, 31 de agosto de 2010

JESUS NÃO FOI UMA PESSOA REAL? ISTO É TOLICE!


Por Clay Jones (*)

Primeiramente, e eu não posso enfatizar este pensamento, a noção de que Jesus não foi uma personagem histórica, mas apenas uma reciclagem de antigos mitos, constitui a falácia post hoc ergo propter hoc (depois disto, então por causa disto). Apenas porque algo segue de forma cronológica outra coisa, isto não implica que necessariamente aquilo que o precedeu é sua causa. Por exemplo, se alguém disser “toda vez que levamos Maria ao parque chove; então não levaremos mais Maria ao parque”, ele estaria cometendo a falácia post hoc. Semelhantemente, mesmo que houver cenas paralelas que antecedam a vida de Jesus (as quais não existem), isto não significa necessariamente que aqueles outros mitos foram a causa da crença a respeito de Jesus. Ao contrário, a evidência para a vida de Jesus deve ser examinada em seus próprios méritos.

Segundo, esta ideia está historicamente errada desde o começo. Tryggve N. D. Mettinger em The Riddle of the Resurrection: “Dying and Rising Gods” in the Ancient Near East [O enigma da Ressurreição: “Morte e ressurreição dos deuses” no Antigo Oriente Próximo] escreveu: “Não há, pelo menos que eu saiba , nenhuma evidencia prima facie [à primeira vista] de que a morte e a ressurreição de Jesus seja uma construção mitológica, calcada nos mitos e ritos de morte e ressurreição de deuses ao redor do mundo.” [1]

Eu então menciono especificamente dois deuses que ela [a repórter que consultou Clay Jones] tinha apresentado em um artigo prévio – Krishna e Mithras. Sobre a suposta ressurreição de Krishna, o apologista Mike Licona escreveu o seguinte:

O que Ms. Murdock’s [AKA, Acharya S], afirma sobre Krishna é tão similar a Jesus que o Cristianismo deveria ter copiado do Hinduísmo? Dr. Edwin Bryant, Professor de Hinduismo na Rutgers University é um estudioso em Hinduismo.

Por ocasião da escrita deste paper, ele tinha justamente traduzido o Bagavata-Purana (vida de Krishna) para Penguin World Classics e está atualmente escrevendo um livro que será intitulado A busca pelo Krishna histórico.

Quando eu o informei que Ms. Murdock escreveu um artigo afirmando que Krishna fora crucificado, ele respondeu “que isto é um absoluto e completo non-sense. Não há absolutamente nenhuma menção em qualquer parte que aluda à cruxifixão.” Ele também acrescentou que Krishna foi morto por uma flecha de um caçador, que acidentalmente o acertou no calcanhar. Ele morreu e ascendeu. Isto não é uma ressurreição. Os sábios que foram lá até ele não puderam realmente vê-lo. [2]

Observando Mithras morrendo e sendo levantado, Günter Wagner escreveu: “Mithras não pertence aos deuses mortos e ressurretos, e nenhuma morte e ressurreição ritual têm sido associadas com seu culto em algum tempo. Além disso, levando em conta seu desenvolvimento tardio, não há dúvidas de que o culto a Mithras não influenciou o Cristianismo primitivo.” [3]

Terceiro, há expressivo testemunho extra-bíblico da vida de Jesus. Por exemplo, os romanos suspeitaram que o Imperador Nero teria causado o incêndio que destruiu Roma em 64 d.C. No ano 109 Tacitus escreveu sobre isto:


Consequentemente, para se livrar do falatório, Nero imaginou os culpados e infligiu as mais intensas torturas em uma classe odiada por suas abominações, chamados cristãos pela plebe. Christus, de cujo nome se originaram, sofreu a extrema penalidade durante o reinado de Tiberius sob as mãos de um de nossos procuradores, Pôncio Pilatos. Esta superstição assaz maligna, ainda que suprimida momentaneamente, de novo insurgiu, não somente na Judeia, local de origem do mal, mas em toda Roma, onde todas as coisas repugnantes e vergonhosas de cada parte do mundo encontram seu centro e se tornam populares. Consequentemente, uma sentença foi primeiro ordenada a todos que se revelavam culpáveis; então, por meio de denúncia deles, uma imensa multidão foi aprisionada, não tanto pelo crime de incendiar a cidade, como por serem abomináveis à Humanidade. Zombava-se de cada destino dos que se somavam aos mortos. Cobertos com peles de animais, eles eram despedaçados por cães e morriam, ou eram pregados em cruzes, ou eram queimavam em tochas, servindo como luminárias noturnas, quando a luz solar expirava.” [4]

Aqui Tácito substancia que os cristãos tomaram seu nome de uma personagem histórica chamada Christus que “sofreu a extrema penalidade” durante o reinado de Tiberius, sendo sentenciado por Pôncio Pilatos. E o que a referência à “superstição assaz maligna” poderia ser? Que Jesus ressuscitou dos mortos! Era este testemunho dos primeiros cristãos da ressurreição de Jesus que levou-os a terem seus corpos queimados em sacrifício no coliseu romano.

Quarto, a noção de que Jesus nunca existiu é pregada apenas por extremistas insanos. Eu aponto, a la Gary Habermas, que a devastadora maioria dos estiosos céticos do NT, mesmo aqueles que não se consideram cristãos no todo, consideram Jesus como sendo uma pessoa histórica. Qualquer crente contrário a isto é tolo.

Considere 1 Coríntios 15:3-8:

Pois o que primeiramente lhes transmiti foi o que recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, Segundo as Escrituras, foi sepultado e ressuscitou no terceiro dia, segundo as Escrituras, e apareceu a Pedro e depois aos doze. Depois disso apareceu a mais de quinhentos irmãos de uma só vez, a maioria dos quais vive, embora alguns já tenham adormecido. Depois apareceu a Tiago e, então, a todos os apóstolos; depois destes apareceu também a mim, como a um que nasceu fora de tempo.

Sobre isso, mesmo o liberal co-fundador do Jesus Seminar, John Dominic Crossan disse que 1 Coríntios foi “escrito em Éfeso no inverno de 53-54 C.E.…” [5] e o estudioso não-cristão do Novo Testamento Gerd Gerd Ludemann escreveu que “nós podemos admitir que todos os elementos na tradição [de 1 Co. 15:3-8] são datados como sendo dos primeiros dois anos após a crucifixão de Jesus.” [6]

Aqui estão mais algumas citações de estudiosos céticos:

John Dominic Crossan: “Que ele foi crucificado é claro como qualquer outro fato histórico poderia ser.” [7]

Crossan: “Eu tomo isto absolutamente para garantir que Jesus foi crucificado sob Pôncio Pilatos. Seguramente sobre o fato da Crucificação derivar não somente de inverossimilhança que os cristãos poderiam ter inventado, mas também de dois primitivos e independentes testemunhos não-cristãos disto, um judeu de 93-94 C.E. e um romano de 110 ou 120 C.E.” [8]

Gerd Ludemann: “É certo que Jesus foi crucificado em torno do ano 30.” [9]

Ludemann: “O fato de Jesus morrer como consequência da crucificação é indisputável.” [10].

Eu enfatizo que estas pessoas seriam os primeiros estudiosos do rank a poderem descrer de que Jesus ressuscitou dos mortos, mas eles certamente não têm dúvidas de que Jesus viveu de novo!

Ela então me perguntou sobre a ressurreição de Cristo (a qual parecia um pouco fora do assunto) e eu apontei que os primeiros cristãos imediatamente começaram a pregar que Jesus foi ressuscitado logo após Sua crucifixão. Assim, o ateu Michael Martin, em The Case Against Christianity [O caso contra o Cristianismo], escreveu que “é correto que a ressurreição foi proclamada pelos primeiros cristãos.” [11] Além disso, considere as palavras de Gerd Ludemann:

Pode ser tomado como historicamente certo que Pedro e os discípulos tiveram experiências depois da morte de Jesus, nas quais Jesus aparece a eles como o Cristo ressurreto… A única coisa que nós certamente podemos afirmar como sendo histórica é que houve aparições da ressurreição na Galileia (e em Jerusalém) logo após a morte de Jesus. [12]

Desta forma, Bart Ehrman, não-cristão e estudioso do Novo Testamento, escreveu:


Historiadores, evidentemente, não têm dificuldades quaisquer para falar sobre a crença na ressurreição de Jesus, desde que isto seja significativo para um registro público. Por ser um fato histórico que alguns dos seguidores de Jesus vieram a crer que ele tenha ressuscitado da morte logo após sua execução. [13]

Lucas 1:1-4: “Visto que muitos têm empreendido fazer uma narração coordenada dos fatos que entre nós se realizaram, segundo no-los transmitiram os que desde o princípio foram testemunhas oculares e ministros da palavra, também a mim, depois de haver investido tudo cuidadosamente desde o começo, pareceu-me bem, ó excelentíssimo Teófilo, escrever-te uma narração em ordem. para que conheças plenamente a verdade das coisas em que foste instruído.”

Amém.


(*) Clay Jones, D.Min., Professor Assistente de Apologética cristã na Biola University. Este artigo é uma adaptação do texto postado originalmente em no blog do autor.


[1] Tryggve N. D. Mettinger, The Riddle of the Resurrection: “Dying and Rising Gods” in the Ancient Near East (Stockholm: Almqvist &Wiksell, 2001), 221. Veja também Jonathan. Z. Smith: “A história da iniciativa comparativa, revisada nestes capítulos, tem sido a história de uma jornada reponsabilizada como má fé. O interesse [dos céticos] tem raramente sido cognitivo, mas de preferência quase sempre apologético. Deste modo, nenhum outro propósito de comparação tem sido entretecido além da genealogia.” Jonathan. Z. Smith, Drudgery Divine: On the Comparison of Early Christianities and the Religions of Late Antiquity, (Chicago: University of Chicago, 1990), 143.
[2] Mike Licona documentou uma conversa pessoal com Edwin Bryant em “A Refutation of Acharya S’s book, The Christ Conspiracy”, http://www.risenjesus.com/index.php?option=com_content&task=view&id=22&Itemid=109 [Accessed 8-12-2010]. Este é um fabuloso recurso para os que argumentam a respeito de comparações entre Jesus, Krishna e Buda. [3]Günter Wagner, Pauline Baptism and The Pagan Mysteries: The Problem of the Pauline Doctrine of Baptism in Romans VI. 1-11, in the Light of its Religio-Historical “Parallels”, trans. J. P. Smith (Edinburgh: Oliver & Boyd, 1967), 67-68.
[4] http://classics.mit.edu/Tacitus/annals.11.xv.html.
[5] John Dominic Crossan, The Historical Jesus: The life of a Mediterranean Jewish Peasant (New York: HarperCollins, 1991), 427.
[6] Gerd Ludemann, Resurrection of Jesus: History, Experience, Theology (Philadelphia: Fortress Press, 1995), 38.
[7] John Dominic Crossan, Jesus: A Revolutionary Biography (San Francisco: HarperCollins, 1987), 179.
[8] Crossan, The Historical Jesus, 372.
[9] Gerd Ludemann, What Really Happened to Jesus?, trans. John Bowden (Louisville: Westminster John Knox, 1995), 8.
[10] Ludemann, Resurrection of Jesus, 39.
[11] Michael Martin, The Case Against Christianity (Philadelphia: Temple University, 1991), 90.
[12] Ludemann, What Really Happened to Jesus?, 80, 81.
[13] Bart D. Ehrman, Jesus: Apocalyptic Prophet of the New Millennium (Oxford: OUP, 2001), 231.

25 comentários:

clay Jones disse...

Hi Douglas,
I accidentally deleted your email. Could you resend it?
Thanks!
Clay

a verdade do evangelho disse...

Ótima exposição da historicidade de Jesus e confiabilidade dos relatos de sua ressurreição. Parabéns por ter postado este artigo.

Pb. Edinei, Th.B

Anônimo disse...

Jesus não foi apenas um mito, pelo menos para mim, mas infelizmente existem pessoas que acreditam que a bíblia, Jesus, Deus é mito. “Krishna é tão similar a Jesus que o Cristianismo deveria ter copiado do Hinduísmo?”
Krishna pra mim nem existe, é um tipo de deus no hinduísmo? Eu posso até respeitar aqueles que são contra a bíblia contra o cristianismo, mas eles devem respeitar também. Agora dizer que um copia o outro já não tem nada haver, até porque cada uma tem uma crença diferente e estilos diferentes.
Já é um começo alguns estudiosos acreditarem que Jesus existiu não é?

Daniela 1ºano

Anônimo disse...

Para mim Jesus não foi um mito e é um grande personagem histórico.
Acho errado dizer que Krishna é similar a Jesus, podem ter histórias parecidas mas cada um viveu em tempos diferentes, com modos diferentes de viver.
Hoje em dia pessoas tem liberdade em acreditar no que quiser mas é bom respeitar as outras religiões e crenças.
Gostaria de saber por que muitas pessoas discordam da história de Jesus sendo que ela esta em um livro sagrado.
Afifeh khader 1º ano E.M.

Anônimo disse...

Bem... está bem claro para mim e para todos que Jesus existiu e que não é mais um "mito" por ai. E não, eu não concordo com esse pessoal ai que não acredita nisso, se não fosse por Jesus não estariamos vivos e não estariamos esperando para a sua volta nos salvar. Sinto muito para aqueles que não acreditam eles vão ver, espero que eles tenham um arrependimento e que sejam perdoados.

Andressa 1°ano do E.M

Anônimo disse...

Bom, acho que todos tem suas escolhas e opiniões. E na minha opinião algo que prevalece gerações, que tem fundamentos, que várias pessoas testemunham, não pode ser apenas “mito”. Cada um tem suas crenças e por mais que não queiramos vamos conviver com opiniões diferentes as nossas. E muitas vezes na nossa vida irão aparecer pessoas pra nos colocar em duvidas, e quem não estiver confiante no que acredita, pode cair.
Beatriz Dale.

Anônimo disse...

Acredito que todos tenham sua opnião sobre o assunto, é tudo muito pessoal. Em minha opnião houve sim um Jesus, e ele foi uma pessoa real enviado por Deus e etc.. não acho justo tambem compararmos jesus com Krishna, mas nao recrimino quem acredita em tal, pois devem pensar o mesmo de nós, enfim me baseio na biblia e acredito nisso.

Gustavo 1º ano E.M.

Anônimo disse...

A minha opinião é a seguinte: se Jesus tivesse sido apenas um "mito", o que seria de nós? Jesus realmente existiu, já foi comprovado isso, e temos como testemunho maior a bíblia. Não podemos deixar-nos ser influenciado pelo pensamentos das pessoas, temos que correr atrás das nossas próprias opiniões. Jesus não foi uma mentira, tanto que se não fosse por Ele, não teríamos direito de salvação, ou de até, perdão.

Gabriel Gatti 1º Ano EM

Anônimo disse...

Jesus nasceu, viveu e morreu por nós e pronto, essa é a verdade. Pra mim, quem não acredita em Jesus, é louco, e é isso aí.

Francine Oliveira 1º EM

Anônimo disse...

Eu creio que Jesus realmente existiu, o qual foi enviado por Deus e teve sua trajetória na terra, onde viveu e morreu por nós para perdoar todos os nossos pecados.Tenho isso como uma verdade, pois sinto a presença de Jesus todos os dias em minha vida.

Ricardo 1° ano E.M

belizandra costa disse...

Não se deve falar de um assunto sem o devido estudo e analise profunda.Fé é um sentimento que não se deve impor,está dentro de cada um.Opiniões pessoais a respeito de crenças,confianças são singulares,particulares...O mundo seria muito mais feliz se os homens se limitasse a viver suas próprias vidas,respeitando as diferenças,e apenas buscasse o amor,assim como o homem(Deus) chamado JESUS buscou,sem discriminar ninguém.

Anônimo disse...

Este é um assunto que desde a antiguidade gera discussões.Somente quem acredita na existência de Jesus com base na verdade expressa na Bíblia Sagrada, pode responder se Jesus foi uma pessoa real ou não.Eu,como cristão acredito que Jesus não foi apenas um personagem qualquer,assim como eu também acredito que Ele realmente existiu para que eu pudesse ter vida eterna.Na minha opinião Jesus não deve ser comparado a ninguém pois eu tenho certeza que ninguém nesse mundo faria o que Ele fez por mim na cruz.Cada um faz a sua narração dos fatos dessa história, nem por isso estão corretos.
Yohann 1º ano EM

Anônimo disse...

Emerson 1º ano

Essa crença de que Jesus não foi uma pessoa real, ela é difícil de entender, pois a toda hora existem comentários sobre esse tema, pesquisadores expõem suas idéias, pesquisas que na maioria das vezes, não tem cabimento ou lógica, em minha opinião essas idéias de que Jesus não foi uma pessoa real,podemos dizer que é “papo pra boi dormi” pois a minha crença é que Jesus foi sim uma pessoa “real” porque Ele realizou feitos incríveis , que nenhum ser humano poderia fazer ou sequer imaginar que poderia suportar tudo o que Ele suportou,um exemplo foi se sacrificar na cruz por todos nós,eu creio nEle,confio tenho fé que Ele existiu e isso é o mais importante para crer nele Fé,umas das maiores provas que existe ,que diz e conta historia de Jesus é a Bíblia,mas só lendo diariamente ela, você poderá entender isso,como eu já disse creio nEle,confio tenho fé que Ele existiu,mas porque eu sinto Ele e não porque um pesquisador comprovou que Ele existiu ,nós vivemos num mundo em que a maioria de nós somos escravos,poucos sabem da verdade e esses poucos tem que falar de Jesus,pra que um dia todos nós poderemos ver Ele voltar nas nuvens dos céus e ir morar com ele.

Anônimo disse...

Brunna 1º ano EM

Jesus Cristo não foi uma pessoa qualquer, ele existiu sim. Antigamente não se tinha comprovaçãoes relatadas, e provadas que ele existiu, mais hoje existe quem não acredita em Jesus é louco, desinformado ou por pura teimosia mesmo. É impossivel não crer em Jesus, com tanta informação seria meio ridiculo não acreditarmos.
Mais é complicado pois religiões e crenças são coisas que não podemos discutir seria dificil tentar colocar na cabeça de uma pessoa que Jesus Cristo existiu, se ela não acredita e teima em continuar acreditando naquilo, não podemos mudar. Mais para mim só existe um e unico salvador, Jesus Cristo eu acredito que ele existiu e existirá para sempre, pena que não são todos que creem nisso.

Anônimo disse...

Jesus sua vida, morte e ressurreição seriam apenas uma construção mitológica?! Em minha opinião está claro que não, se Krishna (este sim, podendo ser considerado um mito) que é uma figura central do Hinduísmo e que também não há evidencias claras e comprovadas sobre sua existência é comparado a Jesus, afirmando que este teria feito uma cópia do hinduísmo. O cristianismo e a crença de um ser divino e inteligente sempre existiram, o que há de errado é a forma com que as pessoas interpretam os fatos que são relatados, muitas vezes sendo incoerentes com o que está escrito na própria bíblia. Somente quem acredita na verdade com base na Bíblia, fazendo interpretações da maneira correta pode se dizer que está no caminho certo, e esse sim saberá a verdadeira resposta se Jesus foi uma pessoa real ou apenas mais um mito comparado até mesmo ao Hinduísmo com crença e vários deuses mitológicos.

TCHEISIANE 1ºano EM

Anônimo disse...

Em meados dos séculos atrás, isso quer dizer quando Jesus estava ainda vivo (Ele permanece vivo), ele fez muitos milagres, um exemplo disso é, quando ele fez Lázaro ressuscitar. Mas antes de dar continuidade ao meu comentário, quero dar uma ênfase em uma coisa, Jesus só é permitido fazer milagre com a permissão de Deus, caso ao contrário, não acontecerá o milagre. Dando continuidade, talvez as pessoas de hoje em dia, não acreditem em Jesus (Deus), por problemas pessoais, tais como família, adolescentes que pais se separam, ou as vezes pai ou mãe que faleceram. Outra explicação para isso, é que quando o ser humano ora a Deus e ele demora para responder o pedido, ou às vezes não atende a oração, isso também influência. Mais a explicação mais óbvia e clara é que, "O tempo de Deus, não será o tempo do ser humano", isso quer dizer que, Deus escolhe o que é melhor para nós, não querendo dizer que ele nos "manipula", e sim nos quer ajudar, quer nosso melhor, e o melhor que às vezes Deus nos propõem de acordo com o que for, o ser humano não está contente. Pois esse é o ponto que eu quero chegar nesse comentário, "O ser humano, nunca está contente, com o que Deus quer quer para nós, isso que dizer, o melhor", o homem sempre está buscando os prazeres carnais, dinheiro, sexo, carros importados, mais eles esquecem do mais importante que é Deus, ele sim, não se preocupa com a nossa condição social, o dinheiro que temos, e aonde vivemos. Jesus, Deus, sempre foi e sempre será o nosso sumo sacerdote, aquele nos guia diariamente, aquele que nos perdoou por todos os nossos pecados lá na cruz, que nos amou e ama, mesmo a gente os negando diante da cruz, mesmo não querendo ler a bíblia, pra saber a verdade, que só na bíblia tiraremos todas as nossas dúvidas, e o que precisarmos terá lá, todo o auxilio, todo o amor que existe de Deus, para com nós.

Thayanara de Oliveira 1° Ano E.M

Anônimo disse...

Questão difícil de se entender, mas vamos lá.... Jesus realmente existiu? porque? Como? Por que Jesus fez algo que ninguém nunca fará por nós enfim, O que ele fez? morreu por nós pecadores. É um ser Supremo capaz de realizar milagres, por isso creio que ele existiu a verdade que ele existe não é eu quem digo nem ninguém e sim a biblia onde devemos sempre ler para melhor compreende-la , aqui no nosso planeta por exemplo temos países que nunca receberam a pregação do evangelho, por isso não sabem sobre Jesus ou não tem a sua escolha de seguir a Jesus ou não.

Leonardo Henry 1º E.M

Anônimo disse...

Para mim e para muitos Jesus não foi apenas um mito, ele foi uma pessoa real, viveu entre nós. A bíblia é uma prova disso, pois é um fato histórico que fala sobre Jesus e a criação da terra. Infelizmente para muitos a bíblia e tudo que esta escrito nela não passa de um mito. Eu acredito que Ele tenha existido como uma pessoa real entre nós, mas a milhares de anos atrás, agora Ele existe no coração de quem crê e tem fé em Jesus.

Samantha 1º EM

Anônimo disse...

Muitos dizem que Jesus não existiu mas outros pelo contrário acreditam fielmente.
então quando esses cientistas, historiadores, etc...Ficam a inventar coisas só mpara tentar provar uma teoria errada que não tem comprovação.Que não está correcta.
eu como cristao acredito que Jesus não foi qualquer um mas sim o meu salvador. E a unica maneira de comprovar isso é com um livro historico!!A biblía!agora se não acreditam numa verdade coitados vao ter que acreditar numa mentira.
Além disso cada um faz a narraçao dos factos como quer ou seja muitas vezes errado o que mistura a verdade com a mentira.
Rui Miguel_1ºano
Cristiano Ronaldo

Anônimo disse...

Após ler e reler o texto que foi nos passado, pude ver que muitas pessoas podem dizer que Jesus morreu e q houve a sua ressurreição, mas infelizmente não conseguem afirmar concretamente para que outros possam crer. Mas a partir deste texto percebi que há uma forma de podermos explicar de uma forma convincente este fato. Isto se da ao usarmos documentos históricos não usando somente a bíblia para comprovar tal fato.
No texto de Clay Jones estão citados quatro argumentos, estes são: 1º Não podemos afirmar q Jesus não foi um personagem histórico, mas apenas uma reciclagem de antigos mitos. 2º Não nada q nos afirma nos dias de hoje q a ressurreição de Jesus seja uma tradição mitológica onde todos os deuses morressem desse mesmo modo. 3º Há um expressivo testemunho além da bíblia que nos mostra q houve exatamente aquilo que esta escrita nela. 4º Somente os tolos pregam que Jesus nunca existiu, pois com tantas fontes históricas ainda continuam a não crer.
Há dois estudiosos que pude ver sua presença no texto que apesar de sua descrença em Deus eles continuam a afirmar que Jesus foi crucificado e em que ano ocorreu isso. Estes estudiosos são: Jhon Dominic Crossan e Gerd Ludemann. Clay ainda no texto afirma que Crossan e Ludemann poderiam ser os primeiros a descrer que Jesus ressuscitou, mas podemos ver que eles não têm duvidas do ocorrido. Até são citados em uma outra parte do texto que eles estão certos de que Pedro e os outros discípulos tiveram experiências após a morte de Jesus, nas quais ele mesmo aparece a eles, mas infelizmente a única que é possível afirmar é de que houve aparições de Jesus na Galileia e em Jerusalém.


Alícia-1EM

Anônimo disse...

Bom se ele existiu ou não as pessoas não sabem ao certo, mais pelo que diz a bíblia ele existiu sim, e também morreu por nós, e eu acredito no que diz a bíblia, só que é uma pena que ainda tenham pessoas ignorantes que acham que ele foi apenas um ser mitológico, e também quem somos nós para criticar a crença do outro? Se os outros acreditam ou não é problema dele, o que realmente importa é o que você acha então as pessoas tem que ler mais a bíblia para saber mais sobre Jesus, e se você decidir ler a bíblia, você tem que ler mesmo com muita atenção para compreender o que ela quer nos passar sobre a vida do nosso único salvador. Agora só depende de você fazer a escolha certa, se vai continuar indo na dos outros que ele é um ser mitológico, ou se vai criar vergonha na cara abrir a bíblia ler para compreender e ai sim dizer que você acredita que ele existiu e morreu para nos salvar. Só depende de você.
Amanda L.
1* E.M

Anônimo disse...

Eu acredito que jesus esteve presente em corpo e alma na terra , muitas pessoas podem achar que é um mito,mas temos que respeitar essas pessoa . o testo fala de um tal de krishna mas não tem como não é identico a jesus pois viveram em épocas e tiveram costumes diferentes , mesmo com isso temos que respeitar eu acredito em jesus e sei que ele vai voltar , ou não , pois não podemos afirmar nada sendo que ainda não aconteceu tem coisas que só o tempo vai esclarecer ,a unica coisa que podemos ter é f´pe em nossas crenças

Vinicius Moreira 1º CASFS

Anônimo disse...

O texto intitulado ("Jesus não foi uma pessoa real?" "Isto é tolice") Clay Jones, Tem como objetivo chamar a atenção para as evidências científicas da existência de Jesus. Justifica-se essa pesquisa o interesse em abranger conhecimentos científicos que Jesus é um ser real.
As evidências enfatizadas no texto, demonstram que ouve sim um ser supremo, que morreu e ressuscitou (significado = 1 fazer ressurgir, fazer reviver, 2 voltar a vida, 3 escapar de grande perigo; segundo ao Michaelis; dicionário prático da Língua Portuguesa _ 2008) Morrer é um fato, ressuscitar é uma hipótese, só quem pode ressuscitar é alguém real. Se ressuscitar é escapar de grande perigo, então Jesus estará em perigo. Por que o motivo Jesus estará em perigo, havia alguém que não gostava dele, pois mandou matá-lo. Isto, pode ser uma evidência de que Jesus foi real!
Ao término da leitura do texto de Clay Jones, pude constatar que Clay apresenta evidências ótimas, pois não só simples evidências, são evidências comprovadas. É de grande importância que os jovens conheçam e tenham contato com esse tipo de evidências, para ajudar na constituição de sua crença. A grande contribuição dessa leitura que realizei, foi que Jesus é um real, que isso basta de uma questão de confiança.

Paula Letícia Do Rosário 1° Ano E.M

Ivani Medina disse...

A fé não devia ter-se misturado à história. São de natureza diferentes e uma não precisa da outra, senão para atrapalhar. Meu interesse é pelo aspecto histórico do cristianismo. Acabei de ler recentemente o livro de Bart D. Ehrman, Jesus existiu ou não? Entendo o Jesus histórico como absolutamente desnecessário a fé cristã. Para mim seria como uma Iemanjá histórica, mal comparando. Minha opinião a respeito do livro está aqui:

http://www.debatesculturais.com.br/paguei-pra-ver/

douglas reis disse...

Ivani Medina,

obrigado pela interação.

Alguns comentários: fé e história apenas divergem quando a concepção de ambas parte de pressupostos seculares. Nesse tocante, Ehrman é um exemplo típico, porque de estudioso cristão passou a cético (ele se afirma agnóstico), após estudar teologia em uma universidade liberal. Infelizmente, muito do que ele diz é parcial e não corresponde aos fatos.

Abraços.